Os sindicalistas entregaram documento que trata de reivindicações da categoria; eles pedem um posicionamento dos reitores na próxima reunião da Andifes

Em audiência realizada nesta terça-feira (19), com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintespb) e a Associação dos Inativos e Pensionistas (ASIP), a reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, recebeu dos sindicalistas documento de reivindicações e comprometeu-se a apresentar na próxima reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais  de Ensino Superior (Andifes) um posicionamento em defesa da paridade entre ativos,  aposentados e pensionistas quanto o incentivo à qualificação e capacitação.

A professora Margareth recebeu os dirigentes sindicais que realizavam um ato público em frente ao prédio da Reitoria. A manifestação faz parte do calendário de luta aprovado na última plenária da Federação dos Servidores das Universidades Brasileiras (FASUBRA), realizada no período de 8 a 10 de março em Brasília.

Foram discutidos durante o encontro temas como a questão do plebiscito contra a Empresa Brasileiras de Serviços Hospitalares (Ebserh) que foi criada pelo Governo Federal para gerir os hospitais universitários. A Reitora afirmou que está aguardando a conclusão da comissão que reúne, professores, servidores e estudantes para discutir o projeto da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Esse grupo ficou responsável para elaborar um parecer recomendando ao Conselho Universitário (Consuni) a adesão ou não da UFPB à Ebserh.

O Sintespb através do seu vice-presidente Rômulo Xavier se mostrou contrário à criação da Ebserh na UFPB e na oportunidade relatou à Reitora a realização de um plebiscito com a comunidade da instituição.

Na oportunidade o presidente da ASIP, Carlito Gondim, argumentou que os servidores ativos, aposentados e pensionistas não podem ser penalizados pois estão amparados pela Constituição em seu artigo 40 que diz que os proventos da aposentadoria serão revistos, na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar o salário dos servidores em atividade.

“Vocês podem ter certeza que tudo que o gestor puder fazer para beneficiar os funcionários será feito dentro da legalidade”, relatou a reitora, acrescentando que o plebiscito deve ser organizado pelo sindicato.

Fonte:

Agência de Notícias da UFPB – Marcos Figueiredo

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