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O Diretor do CCA/UFPB Manoel Bandeira recebeu no final de fevereiro/2017, a visita do chefe da Embrapa Caprinos e Ovinos, Marco Aurélio Bomfim e uma comitiva composta pelo chefe adjunto de pesquisa e desenvolvimento Olivardo Facó e os pesquisadores Antonio Silvio do Egypto e Nivea Regina Felisberto. Na oportunidade, também estiveram presentes o vice-diretor do CCA, prof. Ricardo Guerra, o assessor de pesquisa do CCA, prof. Ariosvaldo Nunes de Medeiros, e os professores do Programa de Pós-graduação em Zootecnia e do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal.

Bomfim veio apresentar aos pesquisadores do CCA que desenvolvem ações de pesquisa e desenvolvimento tecnológico na área de caprinos e ovinos, um convite para participar de um projeto interinstucional financiando pelo BNDES, cuja proposta é contribuir com inovações tecnológicas e sociais que favoreçam o aumento da competitividade dos produtores locais. O projeto será estruturado em duas linhas de ação: agregação de valor e produção rural sustentável que visam contribuir com o desenvolvimento da cadeia produtiva da caprinocultura leiteira no estado da Paraíba, onde vem se consolidando uma das maiores bacias de leite caprino do País. Na oportunidade, foram apresentados os novos pesquisadores que comporão o recém-criado Núcleo Regional de Pesquisa da Embrapa Caprinos e Ovinos, que funcionará na Embrapa Algodão em Campina Grande-PB.

De acordo com Bomfim, a presença da Embrapa no CCA deve-se ao reconhecimento da forte e tradicional parceria entre as duas instituições e pela contribuição e caráter inovador das pesquisas desenvolvidas nas últimas décadas pelo Programa de Pós-graduação em Zootecnia, sob a liderança dos profs. Edgard Cavalcanti Pimenta Filho e Ariosvaldo Nunes de Medeiros, pesquisas essas pioneiras nos modelos de produção pecuário que priorizam a valorização dos recursos genéticos, animais e vegetais, do semiárido paraibano. “Destaca-se no CCA a definição clara do foco da pesquisa desenvolvida para um segmento importante da cadeia produtiva da caprinovinocultura paraibana, notadamente, a valorização do ambiente socioeconômico e tecnológico do semiárido, com predominância para o entendimento do impacto nas relações ambiente/produção do bioma Caatinga”, disse Bomfim.

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